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O resseguro é o seguro da seguradora para cobrir riscos que ela assumiu perante os segurados e que não pode ou não deseja garantir sozinha. A seguradora que transfere parte de determinado risco ou mesmo uma carteira de riscos a um ressegurador cede (cessão de resseguro) parcela de responsabilidade que ela assumiu nas apólices de seguro. Muitas vezes, o ressegurador repassa parte das responsabilidades que aceitou para outro ressegurador ou mesmo para outra seguradora, numa operação de retrocessão.

As operações de resseguro podem ser facultativas ou automáticas. Ambas as categorias têm a opção de bases proporcional e não proporcional, que, por sua vez, se desdobram em algumas modalidades. De acordo com a qualidade e dimensão do risco, o segurador direto estabelece com o ressegurador uma relação comercial da mais estrita boa-fé para a elaboração das cláusulas do contrato na modalidade de resseguro adequada à necessidade real.

A obrigação de indenizar o segurado inicial, cujos riscos foram ressegurados, é da companhia seguradora, sempre. Desde a emissão da apólice original, o compromisso de garantir o interesse do segurado e de pagar eventuais sinistros é da seguradora. Quando uma companhia seguradora cedente paga um sinistro a um de seus segurados, ela calcula a participação dos resseguradores de acordo com o tipo e a modalidade de resseguro contratado.
A cláusula referente a sinistros determina os procedimentos para pagamento, regulação e liquidação.