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Seguros compreensivos

Fatos e dados

2016201520142013 2012

Cresce demanda por proteção do patrimônio

O aquecimento do setor imobiliário estimulou o mercado de seguros compreensivos em todas as suas modalidades, ou seja, para residências, empresas e condomínios. Em comum, todos têm a cobertura básica contra riscos de incêndio, explosão de qualquer natureza e queda de raio. No conjunto, o faturamento (prêmios diretos) somou R$ 3,69 bilhões entre janeiro e setembro de 2016, significando 4,4% a mais sobre o valor de R$ 3,54 bilhões registrados nesse mesmo intervalo de tempo em 2015 (Tabela 1). 

Tabela 1

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Seguro compreensivo residencial

Em jan./set. de 2016, o faturamento (prêmios diretos) alcançou R$ 1,86 bilhão, 4,6% a mais sobre o R$ 1,78 bilhão registrados no mesmo período de 2015. (Tabela 2).

O maior poder de compra dos consumidores e a conscientização da necessidade de preservar o patrimônio, aliados à percepção do custo baixo do seguro residencial, indicam tendência de expansão do produto. O potencial de crescimento é grande, porque apenas cerca de 10,0% das residências do país têm a cobertura desse seguro, segundo estimativa da Superintendência de Seguros Privados (Susep), havendo espaço, portanto, para aumento de sua participação no total de prêmios diretos do ramo não vida, que atualmente é de apenas 3,56%.

De janeiro a setembro de 2016, o seguro residencial gerou receita (prêmios ganhos) de R$ 1,87 bilhão, 9,8% a mais que os R$ 1,70 bilhão em jan./set. de 2015. As despesas de comercialização aumentaram 7,2%, totalizando R$ 593 milhões, contra R$ 554 milhões. Os sinistros ocorridos, por sua vez, somaram R$ 593 milhões, 7,2% acima dos R$ 554 milhões de jan./set. de 2015.

Outro indicador importante para medir o desempenho do seguro compreensivo residencial é a sinistralidade (relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos). Esse índice subiu de 28,6% entre jan./set. de 2015 para 29,9% em jan./set. de 2016. No mesmo comparativo, o índice de despesas de comercialização (despesas de comercialização frente aos prêmios ganhos) caiu: foi de 32,4% para 31,7%.

A margem bruta (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais) variou de 39,0% para 38,4%, o que revela rentabilidade para as seguradoras.

Tabela 2

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Seguro compreensivo condominial

Seguro de contratação obrigatória por todos os tipos de condomínio. O faturamento (prêmios diretos) do seguro compreensivo condominial subiu 12,7% no intervalo de janeiro a setembro de 2016, com vendas de R$ 270,1 milhões, frente aos R$ 239,7 milhões do mesmo período de 2015.

A receita (prêmios ganhos) das seguradoras com o produto subiu de R$ 225,7 milhões para R$ 255,0 milhões. Os sinistros ocorridos, por sua vez, passaram de R$ 129,1 milhões para R$ 150,0 milhões, com alta de 16,2%. As despesas de comercialização também aumentaram: de R$ 70,6 milhões para R$ 79,5 milhões, com expansão de 12,6% (Tabela 3).

sinistralidade – indicador que mede a relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos – variou de 57,2% para 58,8%. Já, o índice de despesas de comercialização (despesas de comercialização frente a prêmios ganhos) teve leve recuo, indo de 31,3% para 31,2% no mesmo período de comparação.

A margem bruta do seguro condominial caiu de 11,5% em jan./set. de 2015 para 10,0% em jan./set. de 2016. A participação do faturamento dessa modalidade de seguro é de apenas 0,52% do total de prêmios diretos do ramo não vida.

Tabela 3

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Seguro compreensivo empresarial

O faturamento (prêmios diretos) desse tipo de seguro, entre janeiro e setembro de 2016, somou R$ 1,56 bilhão, leve avanço de 2,9% sobre o mesmo período de 2015, quando as vendas foram de R$ 1,51 bilhão (Tabela 4).

A receita (prêmios ganhos) das seguradoras com o produto cresceu: aumentou 2,0%, alcançando R$ 1,58 bilhão, contra R$ 1,55 bilhão em igual período de 2015. Os sinistros ocorridos tiveram queda de 13,8%, totalizando R$ 694 milhões em jan./set. de 2016, frente aos R$ 805 milhões em jan./set. de 2015. As despesas de comercialização, por sua vez, foram de R$ 446 milhões, ou seja, houve acréscimo de 1,4% em relação aos R$ 440 milhões gastos em jan./set. de 2015.

O indicador que mede a sinistralidade, isto é, a relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos, caiu de 51,9% para 43,9% entre jan./set. de 2015 e 2016. O índice de despesas de comercialização (despesas de comercialização frente a prêmios ganhos) manteve-se no mesmo patamar de 28,2%.

A margem de contribuição (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais) que era de 19,7% em jan./set. de 2015, ficou em 27,9% em jan./set. de 2016. A participação do faturamento do seguro empresarial nos prêmios totais do ramo de seguros não vida foi de 2,98%.

Tabela 4

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