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Entenda o seguro saúde

Fatos e dados

20162015201420132012

Alta em jan./set. 2016

O faturamento (prêmios ganhos) das seguradoras especializadas em saúde em jan./set de 2016 foi de R$ 25,9 bilhões, contra R$ 24,4 bilhões em jan./set. de 2015, com alta de 6,2%.

As despesas assistenciais das seguradoras especializadas em saúde aumentaram 8,2%, ao passarem de R$ 21,3 bilhões para R$ 23,1 bilhões no confronto de jan./set. de 2015 e de 2016. A sinistralidade – indicador que mede a relação entre despesas e receitas –, por sua vez, subiu de 87,5% para 89,1%. É um percentual elevado, que revela as dificuldades de operação rentável da saúde complementar, já que as empresas têm de custear também o pessoal empregado, a força de comercialização e pagar tributos antes de auferir lucros.

O conjunto de empresas de saúde suplementar, que inclui, além das seguradoras, administradoras de planos de assistência à saúde, cooperativas médicas e odontológicas, entidades de autogestão, entidades filantrópicas e empresas ou entidades de medicina e odontologia de grupo, experimentou crescimento consistente. Conforme mostra a tabela, a receita total passou de R$ 105,9 bilhões em jan./set. de 2015 para R$ 118,3 bilhões em jan./set. de 2016, um acréscimo de 11,7%.

As despesas assistenciais avançaram 12,8% ao passarem de R$ 89,7 bilhões para R$ 101,1 bilhões. A sinistralidade das operadoras de saúde teve leve avanço, indo de 84,7% para 85,5%. 

 

Tabela 1

 

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