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Seguros importantes

Fatos e dados

2016201520142013 2012

DPVAT

Alta de 1,6% em jan./set. de 2016

O faturamento (prêmios diretos) do seguro DPVAT somou R$ 7,47 bilhões entre janeiro e setembro de 2016, contra R$ 7,35 bilhões registrados nesse período em 2015 – um crescimento de 1,6%. As receitas (prêmios ganhos) também cresceram: alta de 0,8%, na comparação dos resultados de R$ 3,65 bilhões em jan./set. de 2015 para R$ 3,68 bilhões em jan./set. de 2016.

Os sinistros ocorridos e as despesas de comercialização tiveram a seguinte variação, pela ordem, -0,7% e -0,6%. O primeiro indicador saiu de R$ 3,18 bilhões para R$ 3,16 bilhões, e as despesas comerciais, de R$ 52,3 milhões para R$ 52,0 milhões.

Nos mesmos períodos de comparação, o índice de sinistralidade – que mede a relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos – teve variação, oscilando de 87,3% para 86,0%.

O índice de despesas de comercialização (despesas de comercialização frente a prêmios ganhos) foi de 1,43% em jan./set. de 2015 para 1,41% em jan./set. de 2016.

A margem bruta do seguro DPVAT (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais) subiu de 11,3% para 12,6%, no mesmo período de comparação.

 

 

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Seguro educacional

Alta de 76,7%

A participação do seguro educacional no mercado subiu em jan./set. de 2016. O faturamento (prêmios diretos) teve alta de 76,7% em relação a jan./set. de 2015, quando alcançou R$ 19,4milhões, frente aos atuais R$ 34,3 milhões. As receitas (prêmios ganhos) tiveram alta de 93,2%, indo de R$ 19,3 milhões para R$ 37,4 milhões no mesmo período de comparação.

O seguro educacional respondeu por apenas 0,15% do total de prêmios diretos do ramo vida (à exceção do VGBL e de produtos de previdência), fatia acima da de jan./set. de 2015. A sua procura está muito relacionada com o desempenho da economia, isto é, a demanda é proporcional às taxas de emprego e de inadimplência dos consumidores.

Os sinistros ocorridos subiram, indo de R$ 11,1milhões para R$ 24,5 milhões nos meses de janeiro a setembro de 2015 e 2016, respectivamente.

Outro indicador importante para medir o desempenho do seguro educacional é a sinistralidade (relação existente entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos). O índice foi de 57,5% para 65,5%. O índice de despesas de comercialização (tais despesas frente aos prêmios ganhos) caiu: foi de 21,4% para 19,8%.

Posto isso, a margem bruta (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais), que era de 21,1% entre janeiro e setembro de 2015, ficou em 19,8% em janeiro-setembro de 2016.

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Seguro Habitacional

Mercado imobiliário sustenta crescimento do seguro habitacional

A forte expansão do crédito imobiliário nos últimos anos repercutiu no resultado do seguro habitacional. O faturamento (prêmios diretos) em jan./mar. de 2016, de R$ 823 milhões, aumentou 10,5% sobre o valor obtido no intervalo equivalente de 2015, quando as vendas foram de R$ 745 milhões. A receita (prêmios ganhos) das seguradoras com o produto também subiu no mesmo período de comparação: 8,4%, alcançando R$ 760 milhões em jan./mar. de 2015 e R$ 824 milhões em jan./mar. de 2016.

O seguro habitacional tende a aumentar a sua participação atual de 4,7% no mercado segurador do ramo não vida (exceto saúde). A expectativa se apoia na efervescência do mercado imobiliário, decorrente, em grande parte, da disponibilidade de financiamento. O desenvolvimento desse setor depende principalmente de crédito, que durante décadas foi escasso e insuficiente.

Os sinistros ocorridos (pagamento de indenizações a danos cobertos pelo seguro menos descontos de cosseguro cedido, resseguro cedido e outros descontos, mais retrocessão aceita) caíram 11,8%, isto é, passaram de R$ 214 milhões para R$ 189 milhões, no mesmo período de comparação. As despesas de comercialização também caíram: de R$ 86 milhões para R$ 70 milhões.

O indicador que mede a sinistralidade (relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos) apresentou queda: foi de 28,1% para 22,9%. O índice de despesas de comercialização, que mede tais despesas frente a prêmios ganhos, caiu: foi de 11,2% para 8,5%, no confronto de períodos idênticos.

A margem de contribuição (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais) subiu de 60,6% para 68,7%. Nota-se que a atividade é rentável para as seguradoras.

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A forte expansão do crédito imobiliário nos últimos anos repercutiu no resultado do seguro habitacional. O faturamento (prêmios diretos) em jan./set. de 2016, de R$ 2,53 bilhões, aumentou 10,4% sobre o valor obtido no intervalo equivalente de 2015, quando as vendas foram de R$ 2,29 bilhões. A receita (prêmios ganhos) das seguradoras com o produto também subiu no mesmo período de comparação: 17,2%, alcançando R$ 2,19 bilhões em jan./set. de 2015 e R$ 2,56 bilhões em jan./set. de 2016.

O seguro habitacional tende a aumentar a sua participação atual de 4,8% no mercado segurador do ramo não vida (exceto saúde). A expectativa se apoia na efervescência do mercado imobiliário, decorrente, em grande parte, da disponibilidade de financiamento. O desenvolvimento desse setor depende principalmente de crédito, que durante décadas foi escasso e insuficiente.

Os sinistros ocorridos (pagamento de indenizações a danos cobertos pelo seguro menos descontos de cosseguro cedido, resseguro cedido e outros descontos, mais retrocessão aceita) subiram 61,8%, isto é, passaram de R$ 350 milhões para R$ 567 milhões, no mesmo período de comparação. As despesas de comercialização se mantiveram no mesmo patamar: de R$ 223 milhões.

O indicador que mede a sinistralidade (relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos) apresentou alta: foi de 16,0% para 22,1%. O índice de despesas de comercialização, que mede tais despesas frente a prêmios ganhos, caiu: foi de 10,2% para 8,7%, no confronto de períodos idênticos.

A margem de contribuição (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais) caiu de 73,8% para 69,2%. Nota-se que a atividade é rentável para as seguradoras.

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 Seguro viagem

Aumento do número de viagens aumenta a receita dos seguros turísticos em jan./set. de 2016

O aumento do número de viagens (nacionais e internacionais) impulsionou a alta de 78,9% do seguro viagem entre janeiro e setembro de 2015 e 2016. O faturamento em prêmios diretos nesses períodos somou R$ 157,7 milhões e R$ 282,2 milhões, respectivamente.

A receita (prêmios ganhos) das seguradoras com o produto subiu de R$ 166,0 milhões para R$ 301,8 milhões, com 81,8% de alta. Os sinistros ocorridos, por sua vez, somaram R$ 45,3 milhões e R$ 87,3 milhões, entre jan./set. de 2015 e 2016, respectivamente – um avanço de 92,9%. As despesas de comercialização também cresceram, ao sair de R$ 46,8 milhões para R$ 114,4 milhões. A expansão foi de 144,3% no mesmo período de comparação.

sinistralidade (relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos) subiu de 27,3% para 28,9%. O índice de despesas de comercialização (despesas de comercialização frente a prêmios ganhos) também subiu: de 28,2% para 37,9%.

O seguro viagem é bastante rentável para as seguradoras, como demonstra o indicador da margem de contribuição (prêmios ganhos menos sinistros retidos e despesas comerciais), que foi de 44,5% em janeiro-setembro de 2015. No mesmo período deste ano a margem foi de 33,2%.

O bom desempenho do seguro viagem, no entanto, tem pouca influência no mercado segurador brasileiro, porque a sua participação é pouco expressiva. Os prêmios diretos representaram 0,72% dos prêmios totais do ramo vida (exceto VGBL e produtos previdência) em jan./set. de 2015 e 1,24% em jan./set. de 2016.

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Garantia estendida eletros e de veículos automotores

Aumenta contratação de mais proteção para bens duráveis

O consumo desaquecido desacelerou o ritmo de contratação do seguro garantia estendida, que fornece ao segurado a extensão e/ou complementação da garantia original de fábrica dada a eletroeletrônicos e a veículos automotores.

Seguro garantia eletros

Entre janeiro e setembro de 2016, o faturamento (prêmios diretos) do seguro garantia estendida eletros, no valor de R$ 1,92 bilhão, diminuiu 10,5% sobre o valor de R$ 2,14 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

A receita (prêmios ganhos) caiu de R$ 2,25 bilhões para R$ 2,24 bilhões, com recuo de 0,6%, no confronto entre jan./set. 2015 e jan./set. de 2016. Os sinistros ocorridos acusaram evolução e passaram de R$ 371 milhões para R$ 422 milhões, alta de 13,6%. Consequentemente, as despesas de comercialização também subiram: saíram de R$ 1,38 bilhão para R$ 1,45 bilhão, com acréscimo de 5,3% (Tabela 1).

sinistralidade – indicador que mede a relação entre sinistros ocorridos e prêmios ganhos – foi de 16,5% para 18,8% entre jan./set. de 2015 e 2016. O índice de despesas de comercialização (tais despesas frente a prêmios ganhos) variou de 61,2% para 64,9% no confronto de períodos idênticos.

A rentabilidade do seguro garantia estendida eletros teve recuo, conforme mostra a margem bruta (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais) de 16,3% em jan./set. de 2016. Em jan./set. de 2015 esta era de 22,3%.

Tabela 1

 

Seguro garantia estendida veículos automotores 

O faturamento (prêmios diretos) do seguro garantia estendida veículos automotores mostrou queda de 25,6% em jan./set. de 2016, decorrente de vendas de R$ 25,6 milhões, contra R$ 34,4 milhões em jan./set. de 2015.

A receita (prêmios ganhos) caiu, indo de R$ 35,0 milhões, obtidos em jan./set. de 2015, para R$ 23,5 milhões, auferidos em jan./set. de 2016. A queda foi de 32,9%. Os sinistros ocorridos subiram de R$ 2,2 milhões para R$ 4,0 milhões, no mesmo período dos anos de 2015 e 2016. A alta foi de 84,3%. As despesas de comercialização caíram: foram de R$ 17,4 milhões para R$ 12,7 milhões, com recuo de 26,8% (Tabela 2).

sinistralidade – indicador que mede a relação entre sinistros ocorridosprêmios ganhos – subiu de 6,2% para 17,0%, e o índice de despesas de comercialização (despesas de comercialização frente a prêmios ganhos) foi de 49,7% para 54,3% no mesmo período comparado.

A rentabilidade do seguro garantia estendida veículos automotores, medida pela margem bruta (prêmios ganhos menos sinistros ocorridos e despesas comerciais), caiu de 44,1% para 28,7%.

A participação dessa modalidade de seguro nos prêmios totais arrecadados no ramo não vida (exceto saúde) ainda é bem modesta. Entre janeiro e setembro de 2015 e 2016, foi de 0,07% e 0,05%, respectivamente.

Tabela 2

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